segunda-feira, 31 de maio de 2010

A Abóbora


De cultivo muito difundido no Brasil, a abóbora, também conhecida como jerimum ou moranga, é uma planta anual, geralmente trepadeira, de talo oco e com grandes folhas verdes. A flor da aboboreira é a cambuquira - são grandes e amarelas ou alaranjadas, e são comestíveis.


Por que a abóbora é tão valorizada como alimento saudável?

Simplesmente por sua riqueza excepcional em vitaminas e minerais. A abóbora, que é uma fruta e não um vegetal contém alfa e betacarotenos, vitaminas C e E, Potássio e Magnésio, ácido pantotênico; além disso, tem um alto teor de fibras e poucas calorias.

A abóbora, como o melão, é uma fruta da família das cucurbitáceas.

O que torna a abóbora um alimento importante é a combinação sinergística de carotenóides. Uma porção de ½ xícara de abóbora equivale a duas vezes a ingestão diária recomendada de alfacarotenóides e 100% do consumo desejado de betacaroteno.

O que são os carotenóides?

São compostos lipossolúveis, nas cores laranja-escuro, amarela ou vermelha, que ocorrem em uma variedade de plantas. Esses compostos não são importantes apenas para a saúde humana. Eles protegem as plantas dos danos do sol, e ajudam a atrair os agentes da polinização, ou seja, aves e insetos.

Os carotenóides mais comuns e que são passíveis de absorção por nosso organismo são seis: betacaroteno, licopeno, luteína, zeaxantina, alfacaroteno e betacriptoxantina.

O alfa e betacaroteno e a betacriptoxantina são os carotenóides pró-vitamina A, ou seja, aqueles que o organismo pode converter em vitamina A. Ao contrário das fontes de vitamina A de origem animal, que podem ser tóxicas se ingeridas em excesso, as fontes vegetais podem ser consumidas sem problema (desde que ingeridas em sua forma natural e nunca em suplementos).

Os carotenóides, ao se concentrar nos tecidos, ajudam a nos proteger dos radicais livres e regulam nossa resposta imunológica.


Os carotenóides têm um papel importante na proteção da pele e dos olhos contra os efeitos danosos da luz ultravioleta. Seu consumo diminui o risco de catarata e de degeneração macular.

Os alimentos ricos em carotenóides têm sido relacionados à diminuição do risco de diversas doenças, como o câncer cervical, de mama e de pele. E a combinação de nutrientes da abóbora atua na prevenção das doenças cardiovasculares e do envelhecimento celular em geral.
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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Florentinas

Esses clássicos biscoitos são finos e leves, uma delícia para saborear acompanhados de uma xícara de chá. Varie a receita com outras frutas secas ou desidratadas.

Ingredientes (para 14 biscoitos)
  • 1 c.s. de óleo vegetal
  • 3 claras de ovo
  • 110 g de açúcar confeiteiro
  • 220 g de amêndoas (lâminas)
  • 50 g amêndoas (picadas)
  • 50 g de coco ralado
  • 50 g uvas passas
  • 200 g de chocolate meio-amargo (picado)
Como Fazer

Pré-aqueça o forno a 160o C. Forre duas formas grandes com papel manteiga e pincele levemente com óleo.

Numa batedeira, bata um pouco as claras, então bata com o açúcar confeiteiro. Junte as amêndoas, o coco e as passas e misture delicadamente.

Derrame porções com o auxílio de uma colher, sobre o papel untado e, com os dedos umedecidos, achate até formar discos de cerca de 9 cm de diâmetro.

Asse por 10 minutos, vire as fôrmas 180 graus e asse por mais 10 min., ou até ficarem dourados.

Tire do forno e deixe esfriar (eles vão endurecer à medida que esfriam).

Derreta o chocolate em banho-maria. Coloque uma colher de chocolate derretido sobre a parte de baixo (achatada) da florentina e espalhe com uma espátula.

Leve à geladeira por 30 min.; depois guarde em um pote bem vedado, entre camadas de papel manteiga. Mantenha em local fresco, ou no refrigerador.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Reformulação dos Alimentos para Reduzir as ‘Gorduras Trans’

Pesquisa conclui que houve uma redução efetiva nos teores de gordura trans e gordura saturada nos alimentos, tanto nos supermercados como nos restaurantes, nos EUA.

O consumo dos ácidos graxos trans aumenta os níveis de colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (colesterol ruim) e de triglicerídeos, diminui os níveis de colesterol de lipoproteínas de alta densidade (colesterol bom), induz uma resposta inflamatória e, mesmo em doses baixas de consumo (2 a 4% de calorias totais) aumenta significativamente o risco de acidentes cardíacos.
Esforços para reformular os alimentos e reduzir o conteúdo de gorduras trans podem ter um efeito substancial na saúde e são relevantes para as políticas de saúde pública.

Campanhas públicas e medidas de controle estão motivando os fabricantes de alimentos e os restaurantes a substituir a gordura trans na comida (presentes principalmente por causa do uso de óleos parcialmente hidrogenados) por gorduras alternativas.

Existe a preocupação de que ao reformular os alimentos, os fabricantes possam substituir a gordura trans por gordura saturada e que, no caso, o conteúdo combinado dessas gorduras na comida poderia permanecer o mesmo ou até aumentar, mitigando os benefícios à saúde.

Uma análise recente mostrou que produtos selecionados livres de gordura trans possuíam quantidades substanciais de gordura saturada, sugerindo que as reformulações para reduzir a gordura trans podem não estar atingindo o objetivo ao combinar gordura trans e gordura saturada. Nesse estudo, entretanto, os pesquisadores não avaliaram a reformulação dos produtos em si, mas simplesmente compararam diferentes produtos de diferentes fabricantes em um período de tempo.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Pão de Banana e Castanhas


Ingredientes
  • 125 g de manteiga
  • 130 g de açúcar mascavo, mais um pouco para polvilhar
  • 400 g de banana
  • 3 ovos
  • ¼ xíc. de leite
  • 300 g de farinha de arroz
  • 2 c.s. de fermento químico
  • 2 pitadas de sal
  • 200 g de castanha-de-caju torrada
Como Fazer
Pré-aqueça o forno a 180oC. Unte uma fôrma de pão.
Bata a manteiga amolecida com o açúcar até formar um creme leve e fofo.
Descasque e amasse a banana com um garfo e junte ao creme.
Adicione os ovos, um de cada vez, seguido pelo leite e misture tudo.
Junte os ingredientes secos, peneirados, mais as castanhas picadas grosseiramente, e misture bem.
Coloque dentro da fôrma e polvilhe com açúcar mascavo.
Leve ao forno por cerca de 1 hora.
Deixe esfriar um pouco antes de desenformar.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Para Navegar No Fim De Semana

Programa de Culinária: Anonymus Gourmet, todos os dias, às 20h30, ao vivo na TVCOM:



Baixe fotos maravilhosas no site do NatGeo:

Gostei das melancias, prontas para a Copa 2010!
Bom Fim de Semana!

Maionese Sem Ovos

Uma receita de maionese para quem tem alergia a ovo, ou precisar controlar o colesterol. E sempre tem aquela emergência quando se quer fazer uma maionese e acabaram os ovos!

Ingredientes
  • 2 batatas (médias) cozidas
  • 2 cenouras (médias) cozidas
  • ½ copo de óleo vegetal
  • 2 c.s. de leite
  • salsinha picada
  • 1 c.c.de mostarda
  • 1 c.c.de vinagre ou suco de limão
  • sal e pimenta a gosto
Como Fazer: basta bater tudo no liquidificador. Se quiser, pode deixar a salsinha de fora e enfeitar a maionese com ela por último.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Alergias Alimentares: quando elas são reais?

De acordo com um estudo promovido nos Estados Unidos – através do “National Institutes of Health” - foi constatado, talvez sem muita surpresa, que muitas pessoas que pensam ter alergias, na verdade não as tem.

O estudo revelou que cerca de 8 por cento das crianças e menos de 5 por cento dos adultos apresentam reações alérgicas à alimentos. No entanto, cerca de 30 por cento acreditam ter alergias alimentares.

Por que isso acontece?

Muitas vezes pode-se culpar o excesso de zelo dos pais ao restringir certos alimentos à dieta dos filhos. Uma dor de estômago após uma refeição pode ser o suficiente para que se atribua uma reação alérgica a determinado alimento. Banir da dieta uma fruta, um laticínio ou qualquer alimento sem uma comprovação médica de que seja prejudicial à sua saúde pode ser desastroso!

A prática usual de atribuir qualquer problema de saúde a uma alergia alimentar pode levar a um diagnóstico errado bem como à trivialização pela sociedade sobre o assunto.

Se, por exemplo, uma criança tem alergia ao amendoim, os pais, obviamente, devem avisar à escola ou babá para que tenham cuidado. Mas muitas vezes o cuidador pode não dar muita atenção ao problema, por ter a noção de que muitas pessoas dizem ser alérgicas, quando não o são.

Esses pesquisadores inclusive questionam a noção de que as alergias estariam aumentando no mundo. Talvez a dúvida sobre os números reais esteja associada aos diagnósticos errados e ao próprio auto-diagnóstico.


Exames de sangue, testes cutâneos e testes com alimentos são meios típicos que ajudam a determinar se um paciente sofre de alguma alergia alimentar. Mas é importante que o profissional da saúde, além de realizar os exames convencionais, converse com o paciente e examine seu histórico de consumo e reações aos alimentos.

Duas conclusões importantes desse estudo:

1-As pessoas precisam entender que alergia alimentar significa um tipo específico de reação séria a um alimento.

2-Se as pessoas estão encontrando reações a certos alimentos, ou estão preocupadas que uma alergia alimentar esteja interferindo em suas vidas, em sua dieta, vale à pena procurar uma avaliação de um profissional especialista em alergias.


O estudo em questão foi divulgado pela revista The Journal of the American Medical Association e faz parte de um projeto do National Institute of Allergy and Infectious Diseases.

O outro lado da questão...

Se por um lado, essa pesquisa revelou uma tendência meio “hipocondríaca” das pessoas com relação às alergias alimentares, não dá para ignorar o outro lado da moeda, ou seja, das pessoas que sofrem por meses, ou muitas vezes anos, por não serem diagnosticadas, ou diagnosticadas erroneamente, ao apresentarem alguma alergia alimentar. O caso da celíase ou intolerância ao glúten é exemplar. Quantos relatos podemos ler ou ouviu sobre crianças e adultos que passaram por todos os especialistas e fizeram todos os exames possíveis, até chegar ao diagnóstico correto.

Portanto, como foi alertado, é importante seguir os caminhos corretos – consultar um especialista, realizar testes - antes de “achar” que tem um problema de saúde, mas também é muito importante que os profissionais da saúde estejam preparados para reconhecer os sintomas de doenças como a celíase e outras alergias alimentares que não são, afinal de contas, tão incomuns.

leia mais:
http://jama.ama-assn.org/
http://www.niaid.nih.gov/Pages/default.aspx

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Tortinhas de Legumes com Ragu de Cogumelos

*
Para as tortinhas
  • 500 g de batatas (cubinhos de 2 cm)
  • 350 g de batata-doce (cubinhos de 3 cm)
  • 2 cenouras grandes (cubinhos de 1 cm)
  • 2 nabos (cubinhos de 1cm)
  • 3 c.s. de azeite de oliva
  • 1⁄2 c.c. de sal
  • 40 g de manteiga
  • 250 g de repolho, fatiado fininho
  • 1 xíc. de ervilhas
  • 400 g de acelga
Para o ragu
  • 20 g de cogumelos secos (porcini)
  • 1 c.s. de azeite de oliva
  • 1 c.s. de manteiga
  • 3 cebolas roxas, bem picadas
  • 2 dentes de alho, picados
  • 500 g de cogumelos Portobello, fatiados
  • 2 c.s. de tomilho fresco
  • 1⁄2 c.c. de sal
  • 1⁄2 c.c. de pimenta-do-reino
  • 250 ml de caldo de legumes
  • 50 ml de creme de leite fresco
  • 50 ml de sherry seco ou vinho branco seco
Como fazer as tortinhas de legumes
Pré-aqueça o forno a 220°C. Descasque e corte os legumes em cubinhos (em tamanhos de acordo com o tempo de cozimento de cada um). Misture os legumes cortados (batata, batata-doce, cenoura, nabo) com 1 colher de sopa de azeite de oliva e espalhe dentro de uma fôrma. Asse por 25 minutos. Depois, coloque dentro de uma vasilha, com o sal, e amasse grosseiramente.

Aqueça a manteiga numa frigideira grande, em fogo médio, e refogue o repolho e as ervilhas por 3 minutos. Junte esse refogado ao mix de legumes e misture bem. Deixe esfriar até poder manipular a mistura e então divida em 6 porções e molde em tortinhas. Molde com as mãos, ou com moldes de anel (7cm-8cm).

Numa frigideira grande, em fogo médio, aqueça 1 c.s. de óleo e frite as tortinhas, virando para dourar todos os lados.

Enquanto isso, lave as folhas de acelga, separe-as do talo, corte as folhas largo, e os talos fininho. Aqueça o azeite restante em outra frigideira grande, junte o talo de acelga e refogue por cerca de 5 min. Junte as folhas e 1 c.s. de água. Cozinhe por mais 1 min. Reserve.

Como fazer o ragu de cogumelos
Deixe o cogumelo porcini hidratar em água quente por 15 min. Escorra e pique finamente.

Aqueça o azeite e a manteiga numa panela, em fogo médio e refogue a cebola roxa picada e o alho, até ficarem macios.

Junte os cogumelos frescos fatiados, o tomilho, sal e pimenta. Cozinhe por 15 min., adicione o cogumelo porcini e o caldo de legumes e cozinhe por mais 10 min.

Por último, junte o creme de leite e o sherry, e deixe aquecer.


Monte os pratos individuais: coloque uma porção do ragu no fundo do prato, sobre ele a tortinha e enfeite o topo com a acelga refogada.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Trigo Sarraceno

O trigo sarraceno é mais uma alternativa ao cardápio de quem tem alguma sensibilidade ao glúten.

Este cereal, que na verdade não é um tipo de trigo, mas mais próximo da família do arroz, é nativo da Ásia Central, e chegou à Europa durante a Idade Média.

De cor negra, é considerado um cereal pobre, cultivado em lugares frios e de solo pouco apropriado para o trigo ou o arroz, como nas regiões montanhosas da Ásia.


É consumido na forma de grãos, ou de farinha. Assim, em natura, não contém glúten (a não ser que sofra algum tipo de contaminação no processamento e embalagem do produto).

Já no Japão, é muito consumido o macarrão feito desse trigo, comumente chamado de 'sobakiri' ou apenas 'soba', que é o nome japonês do trigo sarraceno. Esse produto em específico contém uma mistura de trigo sarraceno e farinha de trigo (para dar liga), e sendo assim, contém glúten!


O preparo do trigo sarraceno é simples como do arroz, ou seja, deve ser lavado e cozido utilizando para cada porção do grão, duas de água. O trigo sarraceno é encontrado em lojas de produtos naturais, ou orientais.



O trigo sarraceno, ou mouro, é rico em nutrientes e fibras, além da rutina, um flavonóide que promove a saúde dos vasos sanguíneos, prevenindo doenças cardíacas, diabetes, etc.

No excelente site http://www.japaobrasil.com.br/ há um artigo sobre a história do Soba no Japão:

“O 'soba' (trigo sarraceno ou mouro) chegou ao Japão juntamente com o Budismo. Com o intuito de ampliar esta religião, muitos templos foram construídos em várias regiões do país. Como conseqüência, a alimentação dos religiosos também se tornou popular, propiciando o surgimento de diversos pratos à base de soba. Os antigos japoneses usavam o soba debulhado para fazer uma espécie de ojiya (sopa grossa), comendo-o ora misturado a outros cereais, ora sovando-o com água quente (sobagaki), ou como moti (sobamochi), obtido depois de sovar a massa até que esta ficasse com a consistência de moti. Todos estes pratos acabaram caindo no esquecimento e hoje, basicamente, come-se o soba em forma de macarrão, conhecido como sobakiri (literalmente soba cortado), ou simplesmente soba, que surgiu somente na Era Edo (1600 –1867).


O trigo sarraceno possui um teor nutritivo superior ao do arroz e ao do próprio trigo, pois não sofre o processo de purificação. Rico em proteína, aminoácidos, vitamina B1 e B2, ele contém também um nutriente conhecido como rutina, que promove o fortalecimento das veias capilares, evitando a ocorrência de hemorragias internas, além de combater a pressão alta e diminuir a taxa de açúcar no sangue, ativando as funções do pâncreas. Os maiores produtores de trigo 'soba' no Japão são as províncias de Hokkaido, Nagano e Fukushima. Porém, o Japão importa grande parte do 'soba' consumido internamente, principalmente da China, Estados Unidos e Canadá.”
Fonte: http://www.japaobrasil.com.br/historia_culinaria/287.php


Receitas

O trigo sarraceno pode ser utilizado, misturado a outras farinhas, para fazer pães, bolos e crepes; para engrossar molhos e ensopados. Para fazer mingau, os grãos devem ser bem cozidos. Seus grãos podem ser servidos na forma de salada.

Tabule

Ingredientes

- ½ xíc. de trigo sarraceno

- 1 tomate
- 1 cebola roxa
- 1 pepino japonês
- 1 pimentão verde pequeno
- salsa, cebolinha
- folhas de hortelã
- vinagre de arroz
- azeite de oliva
- sal e pimenta a gosto

Como Fazer

Deixe o trigo sarraceno de molho por ½ dia.
Escorra a água, misture todos os ingredientes previamente picados. Tempere a gosto.
obs.: Ainda não testamos essas receitas de pão. Se você já tiver utilizado o trigo sarraceno no cozimento de pão sem glúten, nos mande sua opinião!


Pãezinhos de Trigo Sarraceno

Ingredientes

- 2 xíc. de trigo sarraceno
- 4 ovos
- 1 c.c. de sal
- 1 c.s. de fermento em pó
- farinha de soja e margarina para untar
- orégano (opcional)

Como Fazer

Moa o trigo sarraceno no liquidificador ou no processador como farinha.
Na tigela da batedeira misture o trigo com os ovos batidos, junte o sal e o fermento, deixando uma mistura homogênea.
Unte e enfarinhe com farinha de soja as forminhas de empadas, distribua a massa, polvilhe orégano e leve ao forno para assar por 30 minutos ou até estar assado.
fonte: http://www.casagourmet.com.br/cgm/recipes.asp?recipeId=5612

Pão de Minuto de Trigo Sarraceno

Ingredientes

- 1 xíc. (chá) de trigo sarraceno: triture o trigo no liquidificador aos poucos até virar farinha
- extrato de soja (leite) suficiente para dar liga (aproximadamente 1/3 de xíc.
- ½ c.c. de sal moído iodado marinho
- 1 c.s. de fermento em pó
- 2 c.s. de manteiga ou óleo

Como Fazer

Peneire todos os ingredientes secos numa tigela, adicione manteiga e leite, amassando-os muito bem, até obter uma massa lisa.
Faça pãezinhos não muito altos para que não fiquem crus internamente e coloque em assadeira enfarinhada com farinha de trigo sarraceno.
Pincele com gema misturada com um pouco de açúcar e asse em forno quente por aproximadamente 20 minutos.
Sugestão: Substitua o sal por 1 c.s. de açúcar demerara e recheie com goiabada, marmelada ou banana.
Fonte: http://livrodereceitas.com/vegetarianas/vege1433.htm

produtos derivados do trigo mouro

Mais dicas e receitas:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Flan Caseiro

 

Ingredientes

Para o Caramelo
- 170 g de açúcar
- 80 ml de água

Para o Flan
- 160 ml de leite
- 185 ml de creme de leite fresco
- 2 ovos e 4 gemas
- 75 g de açúcar
- 1 c.c. de açúcar de baunilha

1- Faça o caramelo: coloque o açúcar dentro de uma panela pequena, mais a água, e cozinhe em fogo médio até que o açúcar derreta. Continue o cozimento até formar um caramelo de cor marrom claro. Despeje o caramelo em 6 forminhas e reserve.

2- Prepare o flan: em outra panela, junte a nata e o leite e cozinhe até levantar fervura. Numa vasilha, bata os ovos e as gemas com o açúcar e a baunilha e derrame sobre o leite quente. Bata até obter um creme homogêneo. Reparta nas forminhas, enchendo quase até a borda. Cozinhe em banho-maria no forno pré-aquecido a 180oC, por 35 min.

3- Desenforme: quando estiverem cozidos, tire do forno e deixe esfriar antes de levar à geladeira. Passe uma faca pela borda das forminhas e vire sobre os pratos de sobremesa.

Obs.: se for fazer o flan dentro de uma fôrma grande, deixe cozinhar por mais 10 min.

Sem tempo para preparar o flan? Siga essa receita e deixe a sobremesa mais saudável com as frutas.

Flan com Frutas

Ingredientes

- 1 maçã
- 1 kiwi
- 1 banana
- 1 xíc. de água
- 2 colheres (sopa) de açúcar
- Flan instantâneo*

Como Fazer

Descasque e corte as frutas em cubos. Cozinhe com a água e o açúcar até o líquido ficar espesso. Escorra bem e bata as frutas no liquidificador. Prepare o flan e misture com as frutas batidas. Despeje em forminhas individuais. Leve à geladeira. *Observe os ingredientes no rótulo do alimento industrializado, para ver se contém glúten, ou não!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Batatas “Quenelles”

Quando for servir um prato principal simples, como peixe grelhado ou bistecas, por exemplo, é uma boa idéia dar um toque especial com um acompanhamento mais sofisticado. Não que o preparo seja complicado, e os bolinhos de batata podem ser preparados com antecedência e a etapa da fritura deixada para o final.

Ingredientes (8 porções)
 

 
  • 675 g de purê de batatas (quente)
  • 3 gemas de ovo
  • 3 claras de ovo
  • 110 g de amêndoas (picadas bem fino)
  • 110 g farinha de rosca (sem glúten)
  • sal e pimenta
  • farinha de arroz (para polvilhar)
Como Fazer

Enquanto o purê de batatas está quente, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto, adicione as gemas de ovo e misture bem.

Molde o purê em formato oval (quenelles) usando duas colheres de sopa grandes, coloque sobre uma grade, polvilhe com farinha de arroz e deixe esfriar.

Quando as quenelles de batata estiverem firmes ao toque (cerca de 1 hora), mergulhe cada uma na clara de ovo batido, e então enrole na mistura de amêndoas e farinha de rosca. Reserve até o momento de fritar.

Pouco antes de servir o prato, frite os bolinhos de batata em óleo bem quente, não deixando queimar demais. Os bolinhos devem ficar apenas dourados. Deixe escorrer em papel toalha.

Cuidados no preparo: o purê deve estar bem quente, seco e homogêneo. O calor é importante para o cozimento das gemas, e para que o bolinho fique firme quando esfriar.

Dica: torre no forno aquela sobra de rosca de polvilho, passe no liquidificador, e terá uma bela farinha de rosca (sem glúten) para empanar o que desejar.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Feliz Dia das Mães

 

Sopa de Grão-de-Bico

O grão-de-bico possui um aminoácido, o triptofano, que é essencial na produção da serotonina, responsável pela ativação cerebral da sensação de bem-estar. Além disso, essa leguminosa é uma boa fonte de ferro, carboidratos e proteínas. E não tem glúten!
Em espanhol, garbanzos, em inglês, chickpea, em francês, chiche.

Ingredientes
  • 500 g de grão-de-bico
  • 1 molho de espinafre
  • 1 cebola
  • 1 tomate
  • 2 dentes de alho
  • 1 xíc. chá de azeite de oliva
  • 1 c.c. de farinha de arroz
  • Louro
  • Sal e pimenta
Como Fazer

1 - Cozinhar o grão-de-bico: deixe os grãos de molho na noite anterior, em água morna e com um pouco de sal. Ao cozinhar, escorra e lave na água corrente. Leve ao fogo uma panela com 2 litros de água, 1 ou 2 folhas de louro, e ½ cebola (descascada e lavada). Junte o grão-de-bico, sal a gosto, e cozinhe em fogo médio por 40 a 50 minutos.

2 – O espinafre: lave e rasgue em pedaços grandes as folhas de espinafre e junte ao grão-de-bico, passados os 40 minutos, e siga o cozimento.

3- Faça um refogado: pique a ½ cebola reservada e corte o alho em lâminas. Refogue com pouco azeite, ou óleo. Junte o tomate, sem pele e cortado em cubinhos e, por último, a farinha de arroz e uma pitada de pimenta-do-reino. Agregue o refogado à sopa.
Se quiser dar um toque mais quente ao prato, adicione 1 pimenta vermelha cortada em fatias finas.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Pashka (cheesecake russo)

Essa receita de origem russa tradicionalmente é servida no domingo de Páscoa. É uma sobremesa delicada e muito fácil de fazer. A mistura pode facilmente ser duplicada, ou triplicada, e feita numa fôrma grande, para um número maior de convidados.
Fica a sugestão de servi-la no almoço do dia das mães.

Ingredientes (para 4 porções)
  • 80 g de açúcar
  • 1 ovo
  • 250 g de ricota (drenada)
  • 150 g de frutas cristalizadas
  • 50 g de lascas de amêndoas torradas
  • 40 g de uvas-passas
  • 30 g de manteiga amolecida
  • 1 c.c. de extrato de baunilha
  • 1 c.c. de casca de laranja (cortada bem fina)
  • 1 c.s. de creme de leite
Como Fazer

Bata juntos o ovo e o açúcar.

Numa vasilha em separado, misture a ricota com as frutas cristalizadas, amêndoas, passas e a baunilha. Adicione a manteiga e a casca de laranja.

Junte o creme de ovo e açúcar. Bata bem.

Com uma colher, coloque a misture em forminhas individuais, ou numa tigela, forrada com papel alumínio, ou com um pano de algodão úmido. Cubra com filme plástico e coloque um prato pesado sobre a tigela (ou forminhas). Leve ao refrigerador por 12 horas antes de desenformar. Enfeite com frutas frescas, como morangos, framboesas, ou cerejas em conserva.

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