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segunda-feira, 25 de abril de 2022

Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© - NOVA EDIÇÃO!



O livro de receitas Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© está de volta em nova edição (revisada e aumentada), em versão ilustrada, exclusivamente e-book (pdf).

O livro Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© tem uma variedade de receitas desenvolvidas e adaptadas especialmente para quem tem sensibilidade ao glúten; são 90 receitas, entre pães, bolos, tortas, biscoitos e pratos salgados. Além disso, a publicação contém informações preciosas sobre os aspectos mais importantes da doença celíaca, além de dicas sobre as propriedades nutricionais dos alimentos. As receitas foram desenvolvidas com a intenção de agradar tanto ao paladar do celíaco, quanto de qualquer pessoa interessada em experimentar a culinária sem glúten.

O site familiar Saúde Sem Glúten, que completou 16 anos em 2024, é uma das fontes de conhecimento pioneiras na língua portuguesa, voltada aos internautas interessados não apenas em gastronomia, mas também nos temas da Celíase, da sensibilidade ao glúten e de todas as novidades científicas sobre a DC.

Quer presentear um familiar, ou amigo, ou simplesmente colaborar com o blog, que tem orgulho de manter sua atualização livre de propagandas ao longo de tantos anos, agradeço a gentileza!

Edição virtual ilustrada por apenas R$ 19,90 (por questão de segurança, solicite a chave-pix e seus dados para envio através do e-mail abaixo)

Para mais informações sobre como adquirir a nova edição do

 - Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© -

o email para contato é: saudesemgluten@gmail.com

Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© (todos os direitos reservados ao autor)


quinta-feira, 3 de março de 2022

NOVA EDIÇÃO! Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten©

 


O livro de receitas Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© está de volta em nova edição (revisada e aumentada), em versão ilustrada, exclusivamente e-book (pdf).

O livro Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© tem uma variedade de receitas desenvolvidas e adaptadas especialmente para quem tem sensibilidade ao glúten; são 90 receitas, entre pães, bolos, tortas, biscoitos e pratos salgados. Além disso, a publicação contém informações preciosas sobre os aspectos mais importantes da doença celíaca, além de dicas sobre as propriedades nutricionais dos alimentos. As receitas foram desenvolvidas com a intenção de agradar tanto ao paladar do celíaco, quanto de qualquer pessoa interessada em experimentar a culinária sem glúten.

O site familiar Saúde Sem Glúten, que completou 16 anos em 2024, é uma das fontes de conhecimento pioneiras na língua portuguesa, voltada aos internautas interessados não apenas em gastronomia, mas também nos temas da Celíase, da sensibilidade ao glúten e de todas as novidades científicas sobre a DC.

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terça-feira, 3 de agosto de 2021

Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© (nova edição)

 


Boa notícia!

O livro de receitas Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© está de volta em nova edição (revisada e aumentada), em versão exclusivamente e-book (pdf).

O livro Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© tem uma variedade de receitas desenvolvidas e adaptadas especialmente para quem tem sensibilidade ao glúten; são 90 receitas, entre pães, bolos, tortas, biscoitos e pratos salgados. Além disso, a publicação contém informações preciosas sobre os aspectos mais importantes da doença celíaca, além de dicas sobre as propriedades nutricionais dos alimentos. As receitas foram desenvolvidas com a intenção de agradar tanto ao paladar do celíaco, quanto de qualquer pessoa interessada em experimentar a gastronomia sem glúten.

Próximo de completar 14 anos, o blog Saúde Sem Glúten é um de meus maiores orgulhos pessoais, por ser uma das fontes de conhecimento pioneiras na língua portuguesa para os internautas interessados não apenas na culinária, mas também no tema da celíase, sensibilidade ao glúten e todas as novidades científicas sobre a DC.

Apesar de ter tido sucesso na versão física da primeira edição do livro, a viabilidade de uma nova edição em papel, publicada de forma independente é muito custosa no momento. Sendo assim, ao invés de adiar seu lançamento, trago ao leitor interessado uma edição aumentada, ilustrada, com as melhores receitas colecionadas ao longo dos anos, entre exclusivas e oferecidas no blog. Apesar de o blog oferecer uma quantidade imensa de receitas, o livro trás a vantagem de agregar as receitas de forma que possam ser consultadas com maior agilidade, além de serem transportadas em qualquer meio digital, ou ainda, serem impressas individualmente a gosto do leitor.

Para mais informações sobre como adquirir a nova edição do

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o email para contato é: saudesemgluten@gmail.com

 Atenção! Desconto especial aos seguidores registrados no blog até o dia 15/08/2021.

 Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© (todos os direitos reservados ao autor)

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Novo Tratamento Pode Reverter a Doença Celíaca




O pão de trigo poderia estar de volta ao cardápio dos celíacos, após um avanço no tratamento potencialmente importante.

Em 22 de outubro deste ano, uma equipe de pesquisa da Universidade Northwestern de Chicago, durante uma conferência médica na Espanha, compartilhou descobertas sobre a Fase 2 de testes clínicos.

A Fase 2 de testes clínicos é usada para determinar a efetividade de um medicamento ou tratamento, ao contrário da Fase 1, onde a segurança de um tratamento é considerada.

Neste caso, pesquisadores testaram uma nova tecnologia desenvolvida no laboratório do Dr. Stephen Miller, um professor de microbiologia e imunologia da Escola de Medicina  Feinberg, na Universidade Northwestern. Miller passou décadas refinando um nanopartícula biodegradável com potencial para tratar um conjunto de outras doenças além da celíase, como esclerose múltipla, diabetes tipo 1, alergia ao amendoim, etc.

Nanopartículas são partículas microscópicas que têm sido estudadas intensivamente nos últimos anos. Avanços recentes mostraram o potencial pra grandes aplicações no campo da biomedicina.

A nanopartícula desenvolvida pela equipe de Miller contém glúten. Quando ingerida, ela ensina o sistema imunológico da pessoa que o alergênico é, na verdade, seguro. De acordo com a Universidade Northwestern, “A nanopartícula age como um cavalo de Tróia, escondendo o alergênico dentro de um envoltório amigável, para convencer o sistema imunológico a não atacá-lo”.

Esta é uma notícia potencialmente animadora para as pessoas portadoras da doença celíaca. É a primeira vez que a tecnologia demonstrou funcionar em pacientes.

Essencialmente, o estudo descobriu que após o tratamento os pacientes testados puderam ingerir glúten com uma redução substancial na inflamação. Os resultados também revelaram uma tendência onde o intestino delgado dos pacientes era protegido da exposição ao glúten.

Especificamente, o tratamento é nomeado CNP-101/TAK-101. No estudo, as nanopartículas foram administradas aos pacientes celíacos via intravenosa, no primeiro e no oitavo dia. Depois de uma semana, os pacientes consumiram glúten por 14 dias, e então suas reações ao glúten foram testadas.

O experimento demonstrou que aqueles que receberam o tratamento apresentaram 90% menos resposta imune inflamatória ao glúten, comparado ao grupo que recebeu um placebo (tratamento inativo). O estudo incluiu 34 participantes, seis dos quais não completaram o experimento, devido a sintomas ligados ao glúten.
De acordo com a Universidade Northwestern: “Doenças autoimunes geralmente só podem ser tratadas com imunossupressores, que proporcionam algum alívio, mas prejudicam o sistema imunológico e levam a efeitos colaterais tóxicos. CNP-101 não suprime o sistema imunológico, mas reverte o curso da doença”.

“A Doença Celíaca é diferente de muitos outros distúrbios autoimunes, porque o antígeno agressor (gatilho ambiental) é bem conhecido – o glúten na dieta,” diz o Dr. Ciaran Kelly, professor de medicina na Escola Médica de Harvard e diretor do Centro de Celíase do Centro Médico Diaconisa Beth Israel, em comunicado à imprensa. “Isto faz da doença celíaca uma condição perfeita para endereçar usando esta excitante abordagem de tolerância autoimune induzida pela nanopartícula”.

Recentemente, uma companhia farmacêutica japonesa, Takeda, adquiriu a licença para utilizar a tecnologia especificamente para o tratamento da doença celíaca. Miller e a empresa que ele co-fundou, COUR Pharmaceutical Development Company, mantém a propriedade da tecnologia.

Atualmente, não há tratamento para a doença celíaca, uma dieta sem glúten sendo a forma mais efetiva de evitar os sintomas.

Embora os resultados mostrem alguma promessa de novas opções de tratamento, é importante observar que é muito cedo para esperar uma cura até que novos estudos sejam concluídos.
Fonte: Gluten-Free Living

terça-feira, 4 de junho de 2019

Novo Método Reduz a Toxicidade do Glúten para Celíacos




Uma equipe de pesquisadores espanhóis e portugueses desenvolveu uma metodologia para modificar o glúten, com o objetivo de reduzir sua toxicidade para pessoas celíacas, ou sensíveis ao glúten. Os pesquisadores esperam que um dia o método permita que os celíacos venham a consumir alimentos a base de trigo.

Além do mais, eles descobriram que, em testes controlados de panificação, a farinha de trigo modificada comportava-se de forma semelhante à farinha regular – demonstrando que, futuramente, possa ser possível criar produtos à base de trigo para pessoas celíacas.

Reorganizando as proteínas do glúten

Para criar uma forma de glúten que seja menos tóxica para os celíacos, pesquisadores da Universidade Politécnica de Madri (UPM), na Espanha, e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Portugal, produziram uma reação usando um composto denominado quitosano, um polissacarídeo comestível. As duas moléculas — glúten e quitosano (ou quitosana) — formaram o que os cientistas chamam “reuniões supramoleculares mecanicamente interligadas”, tornando o glúten menos propenso à digestão e exposição às células intestinais.

Em estudo publicado na revista Molecular Nutrition and Food Research, os pesquisadores expuseram células intestinais retiradas de pessoas com celíase à nova combinação de glúten e quitosano. Descobriu-se que dois marcadores de uma resposta inflamatória ao glúten eram mais reduzidos nesta situação, que quando as células eram expostas às moléculas tradicionais de glúten.

A pesquisadora Marta Rodríguez-Quijano comenta que as proteínas do glúten não foram removidas para criar a estrutura química usada no experimento, - elas foram minimamente alteradas para evitar a toxicidade do glúten para os pacientes celíacos.

Em outro estudo, publicado na revista Food Hydrocolloids, os pesquisadores demonstraram que o complexo glúten-quitosano poderia ser usado para fazer pão com textura e aparência semelhante ao feito com farinha de trigo tradicional.

A equipe de pesquisa espera que sua descoberta possa ajudar a desencadear uma reviravolta no método de produção de alimentos apropriados para os celíacos – muito além das farinhas alternativas usadas para mimetizar as propriedades da farinha de trigo, e na direção de uma farinha de trigo que seja segura para os celíacos.

Segundo Rodríguez-Quijano, os pesquisadores acreditam que este projeto de pesquisa permitirá o desenvolvimento de produtos de trigo com propriedades sensoriais, nutricionais e tecnológicas similares aos produtos tradicionais, mas, ao mesmo tempo, seguros para as pessoas portadoras da doença celíaca.
Fonte: Gluten-Free Living

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Como a Fome na Segunda Guerra Mundial Revelou o Mistério da Causa da DC




Foi em pleno inverno de 1944 que a fome tornou-se crítica nas cidades do oeste da Holanda, então ocupada pelos nazistas. O evento sem precedentes de falta de alimentos no país ficou conhecido como o “inverno da fome”.

Um pequeno grupo de pessoas, no entanto, não estava sofrendo tanto quanto o esperado. No Hospital Infantil Juliana, na cidade de Hague, o pediatra Willem Karel Dicke percebeu que as crianças celíacas sob seus cuidados estavam melhorando, apesar de passarem fome como as demais.

Os médicos já conheciam a celíase há muitos anos, mas não havia consenso sobre sua causa, e muito menos como tratar a doença. Foi o médico grego Aretaeus da Capadócia (100 A.D.) que descreveu pela primeira vez uma enfermidade estranha, com sintomas como fraqueza, desnutrição e diarreia, que ele denominou de koiliakos.

Hoje sabe-se que a doença celíaca é uma desordem gastrointestinal de origem autoimune. Os portadores da DC têm uma reação severa ao glúten, uma proteína encontrada em grãos como o trigo ou a cevada, entre outros. Pode ser um desafio diagnosticá-la, mas uma vez identificada, seu tratamento é relativamente simples: adotar uma dieta livre do glúten.

Mas antigamente a celíase era um mistério frustrante para os médicos. E, para piorar, o efeito nas crianças era ainda mais nocivo ao organismo. Na época, a celíase muitas vezes era uma sentença de morte. Ao inflamar o intestino delgado e causar desnutrição, a doença poderia prejudicar irremediavelmente o crescimento físico e o desenvolvimento mental. Crianças com DC avançada sofriam com sintomas terríveis: erupções cutâneas, membros atrofiados e  estômagos inchados, como os de vítimas da fome.

Quando o Dr. Dicke entrou no campo de pesquisa, outros já vinham trabalhando em uma cura. A primeira causa a ser descartada foi a da fonte bacteriológica, especialmente por afetar crianças de todas as classes sociais. Na verdade, a doença afetava particularmente as crianças mais ricas (embora as mais pobres sucumbissem mais rapidamente à doença).

Uma única coisa parecia funcionar: a dieta da banana. O médico norte americano Sydney Haas começou a promover a banana como a fonte da cura em 1924, acreditando que carboidratos complexos, como o amido, eram os culpados. Bananas maduras quase não contêm amido. Para sorte das crianças celíacas, a fruta também não contém glúten. A teoria de Haas foi amplamente divulgada, e recebeu tanto apoio das companhias distribuidoras de banana que colegas do médico o acusaram de fazer propaganda paga.

Enquanto isso, os pais procuravam desesperadamente pela fruta para seus bebês doentes. Embora o Dr. Hass provavelmente tenha salvo muitas vidas, sua crença na dieta da banana como a solução para uma cura permanente não podia estar mais errada. Adultos portadores da DC reintroduziam o trigo e outros grãos em suas dietas, quase sempre com efeitos deletérios.
Mas o Dr. Dicke há muito tempo suspeitava que o trigo era o principal vilão da estória. Em 1932 o pediatra compareceu a um encontro da Sociedade Holandesa de Pediatria, onde outro médico apresentou um ‘pó medicinal’ para combater a celíase. No entanto, este pó às vezes era administrado juntamente com pão e marmelada. O Dr. Dicke notou que os relapsos correspondiam ao consumo de pão. Em 1936, no mesmo ano em que ele tornou-se diretor do Hospital Infantil Juliana, aos 31 anos de idade, ele começou uma observação de longa duração de uma criança com celíase. No hospital, o menino começou uma dieta sem trigo. Mas, quando ele voltou para casa, os pais reintroduziram a dieta normal, contra a vontade do pediatra. Quando o Dr. Dicke mapeou os padrões de crescimento do garoto, eles correspondiam ao tempo em que passou em casa e hospitalizado. Mas a guerra estava se aproximando. Em 1940 a Alemanha invadiu a Holanda, e os próximos anos foram brutais. E o Dr. Dicke avisou aos colegas que a dieta da banana tornara-se inviável, dado o racionamento de comida, e a solução seria uma dieta sem trigo, apenas um biscoito ocasional, e o mingau doce ou azedo que não tinha farinha de trigo.

Em 1944, com o crescimento da resistência civil à ocupação nazista, a Alemanha bloqueou o suprimento de alimentos ao país. Neste período crítico, os holandeses da região oeste só tinham à mesa pequenas rações de pão, batata e açúcar de beterraba. Em seu hospital isolado pela guerra, o Dr. Dicke ordenou que os pequenos pacientes fossem alimentados com bulbos de tulipa. Esta era uma solução arriscada, já que os bulbos de tulipa tem pouco valor nutricional, além de conterem glicosídeo, que pode ser tóxico. Mas, para surpresa do pediatra, algo notável aconteceu. Para as crianças celíacas, o racionamento de comida foi menos severo que os efeitos tóxicos dos produtos derivados do trigo. Incrivelmente, enquanto as demais crianças sofriam com a falta de pão, os pacientes celíacos prosperavam. Quando era oferecido pão, as crianças celíacas voltavam a adoecer. A taxa de mortalidade infantil em crianças celíacas na Holanda, durante a escassez de alimentos, caiu de 35 por cento a quase zero.

Com o fim da guerra, o Dr. Dicke retomou suas pesquisas sobre a celíase, para provar e registrar suas observações preciosas feitas durante os últimos anos. Finalmente, em 1950, ele publicou suas descobertas sobre como as farinhas de trigo e centeio agravavam os sintomas da doença celíaca. Com a ajuda de outros colegas, mais tarde ele apontou o glúten como a causa final. E, quase imediatamente, os médicos reproduziram os resultados do Dr. Dicke, e a dieta sem glúten tornou-se tratamento padrão para a celíase na Europa e Austrália. Nos EUA, a adoção foi mais lenta, já que a dieta da banana ainda era norma, graças à influência do Dr. Hass, que rejeitou a descoberta do colega holandês. Por incrível que pareça, até hoje muitos casos de celíase permanecem sem diagnóstico na América.

A Sociedade Holandesa de Gastroenterologia criou um prêmio para agraciar a pesquisa neste campo, e a primeira medalha Dicke foi dada ao Dr. Dicke. E ele quase foi premiado com um Nobel, em 1962. Infelizmente, Dicke faleceu neste mesmo ano, aos 57 anos. O filho do médico, o Dr. Karel A. Dicke, hematologista e oncologista, lembra-se do pai como um homem modesto, profissional excepcionalmente dedicado, que viveu por seus pacientes, seu hospital e sua família.

Texto original de Anne Ewbank (https://www.atlasobscura.com/articles/history-of-celiac-disease), tradução e adaptação livre de saudesemgluten.blogspot.com.br

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