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terça-feira, 25 de março de 2025

Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten©

 


O livro de receitas Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© está de volta em nova edição (revisada e aumentada), em versão ilustrada, exclusivamente e-book (pdf).

O livro Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© tem uma variedade de receitas desenvolvidas e adaptadas especialmente para quem tem sensibilidade ao glúten; são 90 receitas, entre pães, bolos, tortas, biscoitos e pratos salgados. Além disso, a publicação contém informações preciosas sobre os aspectos mais importantes da doença celíaca, além de dicas sobre as propriedades nutricionais dos alimentos. As receitas foram desenvolvidas com a intenção de agradar tanto ao paladar do celíaco, quanto de qualquer pessoa interessada em experimentar a culinária sem glúten.

O site familiar Saúde Sem Glúten, que completou 16 anos em 2024, é uma das fontes de conhecimento pioneiras na língua portuguesa, voltada aos internautas interessados não apenas em gastronomia, mas também nos temas da Celíase, da sensibilidade ao glúten e de todas as novidades científicas sobre a DC.

Quer presentear um familiar, ou amigo, ou simplesmente colaborar com o blog, que tem orgulho de manter sua atualização livre de propagandas ao longo de tantos anos, agradeço a gentileza!

Edição virtual ilustrada por apenas R$ 19,90 (por questão de segurança, solicite a chave-pix e seus dados para envio através do e-mail abaixo)

Para mais informações sobre como adquirir a nova edição do

 - Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© -

e-mail para contato: saudesemgluten@gmail.com


Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© (todos os direitos reservados ao autor)


quinta-feira, 3 de março de 2022

NOVA EDIÇÃO! Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten©

 


O livro de receitas Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© está de volta em nova edição (revisada e aumentada), em versão ilustrada, exclusivamente e-book (pdf).

O livro Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© tem uma variedade de receitas desenvolvidas e adaptadas especialmente para quem tem sensibilidade ao glúten; são 90 receitas, entre pães, bolos, tortas, biscoitos e pratos salgados. Além disso, a publicação contém informações preciosas sobre os aspectos mais importantes da doença celíaca, além de dicas sobre as propriedades nutricionais dos alimentos. As receitas foram desenvolvidas com a intenção de agradar tanto ao paladar do celíaco, quanto de qualquer pessoa interessada em experimentar a culinária sem glúten.

O site familiar Saúde Sem Glúten, que completou 16 anos em 2024, é uma das fontes de conhecimento pioneiras na língua portuguesa, voltada aos internautas interessados não apenas em gastronomia, mas também nos temas da Celíase, da sensibilidade ao glúten e de todas as novidades científicas sobre a DC.

Quer presentear um familiar, ou amigo, ou simplesmente colaborar com o blog, que tem orgulho de manter sua atualização livre de propagandas ao longo de tantos anos, agradeço a gentileza!

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terça-feira, 3 de agosto de 2021

Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© (nova edição)

 


Boa notícia!

O livro de receitas Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© está de volta em nova edição (revisada e aumentada), em versão exclusivamente e-book (pdf).

O livro Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© tem uma variedade de receitas desenvolvidas e adaptadas especialmente para quem tem sensibilidade ao glúten; são 90 receitas, entre pães, bolos, tortas, biscoitos e pratos salgados. Além disso, a publicação contém informações preciosas sobre os aspectos mais importantes da doença celíaca, além de dicas sobre as propriedades nutricionais dos alimentos. As receitas foram desenvolvidas com a intenção de agradar tanto ao paladar do celíaco, quanto de qualquer pessoa interessada em experimentar a gastronomia sem glúten.

Próximo de completar 14 anos, o blog Saúde Sem Glúten é um de meus maiores orgulhos pessoais, por ser uma das fontes de conhecimento pioneiras na língua portuguesa para os internautas interessados não apenas na culinária, mas também no tema da celíase, sensibilidade ao glúten e todas as novidades científicas sobre a DC.

Apesar de ter tido sucesso na versão física da primeira edição do livro, a viabilidade de uma nova edição em papel, publicada de forma independente é muito custosa no momento. Sendo assim, ao invés de adiar seu lançamento, trago ao leitor interessado uma edição aumentada, ilustrada, com as melhores receitas colecionadas ao longo dos anos, entre exclusivas e oferecidas no blog. Apesar de o blog oferecer uma quantidade imensa de receitas, o livro trás a vantagem de agregar as receitas de forma que possam ser consultadas com maior agilidade, além de serem transportadas em qualquer meio digital, ou ainda, serem impressas individualmente a gosto do leitor.

Para mais informações sobre como adquirir a nova edição do

 - Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© -

o email para contato é: saudesemgluten@gmail.com

 Atenção! Desconto especial aos seguidores registrados no blog até o dia 15/08/2021.

 Guia Para Uma Vida Saudável Sem Glúten© (todos os direitos reservados ao autor)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sintomas da Sensibilidade ao Glúten




Muitas pessoas devem questionar-se “Eu tenho sensibilidade ao glúten?”.

Em primeiro lugar é importante esclarecer que a intolerância ao glúten não leva automaticamente ao diagnóstico da doença celíaca (DC), que é uma doença autoimune, de base genética, ou seja, o paciente nasce com uma predisposição genética à celíase, que pode ou não manifestar-se, em qualquer fase de sua vida.

Atualmente, a nomenclatura correta para a condição de intolerância ao glúten (que não é a DC) é sensibilidade não-celíaca ao glúten (em inglês, NCGS, ou non-celiac gluten sensitivity).

Mas então, como você pode saber se é sensível ao glúten, e quais são os sintomas associados à condição?

O glúten é conhecido como um agente causador de mais de 300 sintomas e condições, recebendo o apelido bem merecido de “grande dissimulador”. Saiba que é mais comum o glúten produzir sintomas neurológicos do que digestivos, por mais surpreendente que possa parecer.

Sendo assim, dores (incluindo dor nas juntas), dor de cabeça, enxaqueca, mente enevoada, ou perda de concentração, dormência e formigamento, depressão, ansiedade, estresse ou até mesmo esquizofrenia, são todos sintomas que podem ser relacionados como efeito neurológico aos indivíduos portadores de sensibilidade ao glúten.

Por outro lado, os sintomas digestivos relacionados à sensibilidade ao glúten (e segundos em frequência) são, principalmente, inchaço, gases, constipação, diarreia, refluxo, azia, hérnia hiatal, IBS/IBD, sobrepeso, intestino solto, gastrite, colite, doença de Crohn. Todos estes sintomas e doenças estão fortemente relacionados às reações ao consumo do glúten.

Além disso, há as questões hormonais, incluindo fadiga, TPM, infertilidade, aborto espontâneo, redução da libido, sintomas da menopausa, baixa testosterona, insônia, disfunção erétil.

Finalmente, as condições autoimunes que podem estar relacionadas à sensibilidade não-celíaca ao glúten são: Tireoidite de Hashimoto, artrite reumatoide, osteoporose, lúpus, Síndrome de Sjogren, fibromialgia, alergias, etc. Na verdade, há mais de 100 doenças autoimunes que podem estar ligadas à intolerância ao glúten. Um intestino solto, causado pela sensibilidade ao glúten, é conhecido como resultado de um sistema automune sobrecarregado, que confunde os próprios órgãos do corpo com um invasor externo.

A pele também pode ser um alvo, com uma variedade de condições que incluem pele seca, acne, eczema e psoríase.
Outros órgãos afetados podem ser o fígado, o coração, o pulmão e sinus. Inflamação generalizada, um iniciador conhecido de doença crônica degenerativa, incluindo doença cardíaca, diabetes e câncer.

Resumindo, o glúten é associado a cerca de 300 sintomas e condições, e embora os sistemas nervoso e digestivo sejam os mais comuns, algumas área do corpo permanecem intocadas por seus efeitos potenciais.

Ter sintomas associados à sensibilidade ao glúten pode acender um sinal vermelho, mas a confirmação é o próximo passo. Como você pode determinar com certeza se o glúten é a causa de seus sintomas?

Há excelentes exames laboratoriais que tornam o diagnóstico muito mais fácil do que há uma década. Não há exames perfeitos, mas os testes disponíveis atualmente são um grande progresso. Além dos exames disponíveis, o teste grátis que você pode fazer é o seguinte: eliminação do glúten da dieta com melhoria visível dos sintomas, como resultado. Este teste é apenas uma ferramenta para confirmar o exame laboratorial, já que, afinal, nenhum exame é perfeito! Muitas vezes é a eliminação do glúten da dieta que dá, ao paciente e ao médico, a confirmação de que realmente é o glúten que está causando as reações negativas no organismo.

Eliminar o glúten da dieta é tudo que você precisa para reverter seus sintomas?

Infelizmente, os efeitos secundários do glúten também devem ser abordados.
Utiliza-se o termo “secundário” porque a primeira coisa que aconteceu foi a digestão do glúten com consequências nefastas. A seguir, ocorre uma variedade de respostas secundárias, que são:
- o enfraquecimento do sistema imunológico, o que requer uma assistência para ser restaurado à sua função normal;
- infecções resultantes da deficiência do sistema imunológico, que devem ser diagnosticadas e tratadas;
- alimentos com reação cruzada, que apresentam uma estrutura proteica similar ao glúten, e que causam reações, apesar do fato de que não serem tecnicamente glúten. Um exame laboratorial detecta sua presença;
- a presença de outras toxinas, incluindo metais pesados, mofo e a doença de Lyme, ou ainda viroses;
- desequilíbrio hormonal.

Tais efeitos secundários necessitam identificação e tratamento antes que a saúde do paciente possa ser completamente restaurada. É por isso que o autodiagnóstico não é recomendado, e apenas um médico especialista poderá orientá-lo e guiá-lo para uma vida totalmente saudável, livre dos problemas relacionados ao glúten.

quinta-feira, 5 de março de 2015

A Introdução do Glúten na Dieta Infantil


A idade para a introdução do glúten na dieta infantil não influenciaria no desenvolvimento da celíase

E quando podemos oferecer cereais com glúten ao bebê?
 
Entre a papinha de frutas, o purê de legumes, o frango e o peixe, os pais normalmente são instruídos a introduzir os cereais com glúten na dieta de seu bebê entre os quatro e os seis meses de vida, de forma gradual, e, se possível, enquanto ele ainda consome o leite materno. Esta recomendação, que coincide na verdade com o hábito das avós de dar aos netos um pedaço de pão para chupar, foi estabelecida em 2008 pela Sociedade Europeia de Gastroenterologia e Nutrição Pediátrica (ESPGHAN) porque, segundo os estudos disponíveis até o momento, parecia ser a janela ideal de tempo para a introdução, que reduziria o risco de desenvolver a doença celíaca, uma intolerância de natureza autoimune a esta proteína presente no trigo, cevada, centeio e aveia. Entretanto, dois estudos experimentais publicados recentemente parecem fazer cair por terra este conselho, bem como os que vêm sucedendo-se ao longo das últimas décadas: a idade para a introdução do glúten não afeta o desenvolvimento posterior da celíase, não importa se dada em pequenas quantidades, ou simultaneamente com a latência materna.
 
O primeiro estudo, internacional, e com participação espanhola, realizou-se com 944 bebês com alto risco, já que nos testes genéticos apresentavam os genes HLA DQ2, ou HLA DQ8, necessários, embora não suficientes para o desenvolvimento da doença, e em parente de primeiro grau com celíase. Entre 16 e 24 semanas de vida (mais ou menos entre os quatro e os seis meses), a metade deles recebeu 100 miligramas de glúten ao dia, e a outra metade, placebo. Aos três anos, a incidência da doença em ambos os grupos foi semelhante (de 5,2% e de 4,5%, respectivamente), sem que se percebesse tampouco uma influência da latência materna durante o período da introdução.
 
O segundo estudo, de uma equipe italiana, realizou-se com 832 recém-nascidos com um familiar de primeiro grau celíaco. À metade do grupo, eles deram glúten em sua dieta normal aos seis meses, e à outra metade aos 12 meses. Apesar de que aos dois anos de idade era significativamente maior a proporção de crianças do primeiro grupo que haviam desenvolvido a doença (12% contra 5%), aos cinco anos de idade essa diferencia havia desaparecido (16%). O trabalho conclui que nem a idade de introdução do glúten, nem a lactância materna modificam o risco de sofrer da doença, embora a introdução com maior idade esteja relacionada com um atraso no início da mesma.
 
Diferente dos estudos anteriores, meramente observacionais, estas duas pesquisas experimentais aleatórias, publicadas na conceituada revista médica The New England Journal of Medicine em outubro, trazem maior qualidade, afirma o pediatra Carlos González, que expos a evidência científica disponível sobre a introdução do glúten no último Congresso de Lactância Materna, realizado recentemente em Bilbao. "Quando eu estudava, me ensinaram que o glúten devia ser dado aos nove meses, porque os sintomas da doença podiam ser mais graves nos bebês menores. Anos depois, foi passada uma versão contrária, melhor começar antes porque seria mais fácil de diagnosticar", explica com ironia. "Nós médicos deveríamos ter mais humildade, antes de correr para dar conselhos sem ter estudos bem feitos", conclui.
 
Estes dois estudos, no entanto, não esclarecem qual é o fator externo desencadeante para o desenvolvimento da celíase, já que, embora mais de 25% dos habitantes dos países ocidentais portem o gene HLA DQ2, ou o HLA DQ8, se estima que a doença celíaca afeta 1% da população, a imensa maioria sem ser diagnosticada. Tampouco se conseguiu saber a causa da epidemia produzida na Suécia entre 1984 e 1996, que coincidiu com o atraso na introdução do glúten dos quatro aos seis meses, e que deu lugar às recomendações posteriores. Como afirma o editorial do The New England Journal of Medicine que acompanhava a publicação destes trabalhos, "embora aumentem nosso conhecimento sobre a doença celíaca e provavelmente mudarão o tratamento das crianças com alto risco, são o princípio, mais do que o fim da investigação neste campo".
 
Leia o artigo original aqui:

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