segunda-feira, 12 de março de 2012

Por que as 'Monodietas' Não Funcionam


Comer, durante um determinado período, somente um tipo de alimento. Este é o fundamento principal das chamadas 'monodietas', que prometem ser de grande ajuda no emagrecimento rápido.

Assim, surgem dietas absurdas, como a do melão, do grapefruit, da alcachofra, etc. E são absurdas no sentido de que, embora até possam num primeiro momento ajudar a perder peso, trata-se de regimes realmente contrários ao bem estar do organismo e da saúde.

Estes são alguns dos principais motivos pelos quais uma ‘monodieta’ nunca é uma alternativa a levar-se em conta na hora de manter o corpo em forma:

- O motivo fundamental é que essas são dietas desequilibradas, que não fornecem as quantidades necessárias de macronutrientes, vitaminas e minerais ao organismo.

- Além do mais, ao finalizar a dieta, se estimula a ingestão excessiva de alimentos, o que leva novamente ao ganho de peso (o famoso efeito ioiô). Em muitas ocasiões se ganha muito mais do que se perdeu, com a mesma rapidez.

- São dietas monótonas, muito chatas, e que acabam sendo muito difíceis de serem seguidas.

- Não ajudam em absoluto a formar bons hábitos alimentares.

- Têm conteúdo calórico muito baixo e provocam uma sensação de fome, que resulta em verdadeira agonia para quem as segue.


Dietas para perder peso: quais requisitos devem cumprir?

Há para todo gosto... No entanto, para que uma dieta seja realmente eficaz e, sobretudo saudável, deve reunir uma série de condições:

- A da sopa, do damasco, da alcachofra, das proteínas, das 1.000 calorias... Dietas para emagrecer, existem às dezenas. Quem precisa estar sempre de olho na balança, sabe de cor essa estória. No entanto, por existirem não quer dizer que sejam válidas, ou saudáveis (grande parte nem ao menos se baseia em critérios científicos). E para que um regime seja efetivo e não represente nenhum risco para o organismo, deve cumprir com uma série de requisitos.

Os requisitos principais são (em linhas gerais):

- Em primeiro lugar, procure sempre por uma perda de peso gradual, paulatina, moderada. Para isso, sem incorrer em déficits nutricionais, habitualmente se necessita ingerir entre 20 e 25 calorias por kg de peso real. Por exemplo, uma mulher de 80 kg necessitaria aproximadamente de 1.600 a 1.800 calorias, dependendo do exercício físico que realize. Se a pessoa consumir menos, pode haver deficiências de proteínas, vitaminas ou minerais,
 que, em longo prazo, podem causar problemas médicos e uma recuperação mais rápida do peso perdido. Este último aspecto é muito frequente, já que as dietas excessivamente pobres em calorias fazem perder proteínas musculares e baixam tanto a taxa metabólica que se produz um efeito rebote.

- Além disso, o fornecimento equilibrado de nutrientes é muito importante para poder perder peso de forma sã, e é por isso que os diferentes nutrientes devem ser repartidos nos distintos grupos alimentares.


- Necessitamos de um mínimo de hidratos de carbono diários para o funcionamento correto do sistema nervoso (cérebro, nervos) e para o funcionamento correto do coração e das células sanguíneas (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). Aproximadamente entre 40% e 50% das calorias de uma dieta devem ser fornecidas pelos hidratos de carbono.

Esses se encontram nos grupos alimentares que não podem deixar de ser consumidos, como:

-Cereais (trigo, aveia, centeio, cevada, etc.) e seus derivados (massas, pães, cereais do café da manhã, etc.). No caso dos celíacos, os substitutos conhecidos, como farinha de arroz, milho, quinoa, etc,
-Arroz,
-Tubérculos (batata),
-Legumes,
-Também contêm pequenas quantidades de hidratos de carbono,
as verduras e as frutas,

- As bebidas açucaradas e outros doces também contêm hidratos de carbono (açúcar), mas não são aconselháveis nas dietas para perder peso.


Entre 10 e 20% das calorias da dieta devem ser fornecidas pelas proteínas. Os alimentos mais ricos em proteínas são a carne, o peixe, os ovos, o queijo e as frutas secas.

De 30 a 35% será fornecido pela gordura. Este último nutriente é o que mais deve ser restringido, embora muitas dietas pouco científicas ou pouco comprovadas sustentem o contrário. Mas há de se levar em conta que nem todas as gorduras são iguais.

- É muito importante manter esta divisão equilibrada de nutrientes fornecidos pelos diferentes grupos alimentares. Isso significa que, se queremos perder peso, longe de nos fixarmos em regimes baseados em apenas uma classe de produtos, devemos apostar em dietas que contenham uma grade variedade de alimentos (nas quantidades adequadas, é claro) e, na medida do possível, evitar ser ‘autodidatas’ e procurar os médicos e os nutricionistas, que nos ajudarão a alcançar nosso objetivo. Apenas um profissional da área da saúde é capaz de estabelecer a dieta adequada para cada indivíduo, com os valores de calorias necessários para um emagrecimento eficaz, e ao mesmo tempo saudável.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Educação Alimentar


Os pais proporcionam o ambiente no qual se estabelecem os hábitos alimentares dos filhos. É triste de se ver, no supermercado, pais enchendo os carrinhos de refrigerantes, salgadinhos e alimentos industrializados.

O número de crianças com sobrepeso está aumentando a cada ano. Mais de 15% das crianças brasileiras sofrem de sobrepeso, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Globalmente, o número de crianças obesas com idade abaixo de cinco anos é estimado em mais de 42 milhões, segundo números divulgados pela Organização Mundial da Saúde.

Crianças acima do peso têm um grande risco de se tornarem adultos obesos e são mais suscetíveis a desenvolverem doenças cardíacas, pressão e colesterol altos e diabetes do tipo 2.

Uma boa motivação para fazer uma criança comer melhor é fazê-la praticar esportes. Para ter um melhor desempenho em um esporte, é necessário comer alimentos mais saudáveis. A tendência é a criança imitar outras pessoas mais saudáveis às quais ela admira. Ela vai comer o que observar eles comendo. Quando os pais comem frutas e hortaliças regularmente, a maioria das crianças faz o mesmo. O “International Journal of Obesity” relata que o ambiente familiar é a principal influência sobre o que nossas crianças comem.

Duas receitas gostosas para fazer com seus filhos:


Palitos de Frango

Ingredientes (6-8 porções)

- 2 peitos de frango
- 1 limão
- 1 cebola
- 2 c.s. de azeite de oliva
- ¼ xíc. de farinha de rosca (sem glúten)
- óleo para fritar
- sal

Como Fazer


Corte os peitos de frango em tiras de 5x2 cm.

Tempere com o suco de limão, a cebola ralada, o azeite e sal; deixe macerar por 2 horas na geladeira.

Escorra, passe pela farinha de rosca e reserve.


Aqueça o óleo em fogo médio/alto e frite os palitos de frango aos poucos, sem amontoá-los, para que não se grudem e fiquem torrados  por fora e crus por dentro. Escorra sobre papel toalha e sirva.



Cogumelinhos

Ingredientes (24 cogumelos)

- 24 ovos duros de codorna
- 12 tomates cereja (1,5 cm diâmetro )
- 50 g de maionese
- 100 g de queijo cremoso, ou requeijão
- sal

Como Fazer


Cozinhe os ovos de codorna, descasque-os e faça um corte na base para que se mantenham de pé.

Corte os tomates ao meio e retire as sementes.

Salgue o queijo a gosto, misture bem e espalhe um pouco sobre cada ovo. Cubra com meio tomatinho e desenhe alguns pontinhos com o saco de confeiteiro.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Bolinhos Crocantes de Milho


Algumas sugestões para cozinhar com os ‘pequenos’.

Já está mais do que provado que, uma forma de ensinar as crianças desde cedo a comer bem e de forma saudável, é colocá-las em contato direto com os alimentos, para que possam se divertir e ao mesmo tempo aprender sobre o assunto.

Já existem dezenas de livros no mercado editorial sobre culinária infantil, e sempre é bom que as crianças conheçam quais são os alimentos saudáveis, como prepará-los, comê-los de forma divertida, e despertar nelas a paixão, desde cedinho, pela cozinha.

É interessante fazer com que seus filhos se familiarizem com os mais variados ingredientes, para que custem menos a provar alimentos que em princípio seriam pouco atraentes a eles. A criatividade das crianças é potencializada e, além disso, eles se divertem muito!

Confira aqui e nos próximos posts algumas receitas para que você possa passar momentos de diversão e lazer com seus filhos.


Bolinhos Crocantes de Milho

Ingredientes (24 bolinhos)

- 1 xíc. de queijo parmesão ralado
- 500 g de milho em conserva
- 1 ovo
- ¼ xíc. de iogurte natural
- ¼ xíc. de creme de leite fresco (nata)
- sal
- 3 xíc. de água morna
- 100 g de queijo branco em cubos
- óleo vegetal


Como Fazer

Em uma vasilha, coloque o milho e o queijo.

Junte água morna pouco a pouco, e misture.
Incorpore o iogurte, o ovo e a nata; misture até que a massa não grude nos dedos, adicionando mais um pouco de água se necessário.

Faça bolinhas de 3 cm de diâmetro, introduzindo um cubo de queijo dentro e molde de novo a bolinha.


Aqueça bem o azeite em uma frigideira, e frite as bolinhas até dourarem.

terça-feira, 6 de março de 2012

Iogurte na Culinária


Sozinho, constitui-se num alimento completíssimo, mas também pode ser ingrediente das mais variadas receitas da culinária.

O iogurte ajuda a diminuir a pressão arterial e o colesterol, favorece a absorção de gorduras, recompõe a flora intestinal, nos protege da osteoporose, previne ou adia o surgimento de determinados cânceres como o do cólon ou de mama.

Um dos alimentos mais saudáveis e mais consumidos em todo o mundo, cuja ‘fórmula’ é uma herança dos antigos povos nômades da Ásia e Turquia, preocupados (há mais de dois mil anos) em conservar por mais tempo o leite que obtinham do gado. Um método que, além de prolongar a vida desse alimento, lhes permitia preservar todas suas propriedades nutritivas.

Desde então, esse alimento evoluiu muito e hoje podemos comprar iogurte em mil e uma variedades: líquido, cremoso, com frutas, desnatado, com lactobacilos, com soja, etc. Ainda podemos prepará-lo em nossa própria casa, de forma tradicional, ou utilizar como ingrediente de um bom número de pratos... Os iogurtes são um ingrediente perfeito no preparo de batidas, sobremesas a base de frutas, mousses delicadas, sorvetes, etc.


Mais algumas sugestões:

Como acompanhante para uma salada russa: substitua a maionese por um molho de iogurte com um pouco de azeite de oliva, suco de limão e sal.

Molho de Iogurte e Pepino

Dois iogurtes gregos,
1 pepino ralado,
¼ de cebola bem picada,
1 colher de hortelã picada, outra de salsa picada
umas gotas de suco de limão
azeite de oliva
1 pitada de alho picado (opcional)
- Misture e sirva bem gelado.

Molho para Salada

Três partes de iogurte,
uma parte de azeite de oliva,
umas gotas de suco de limão,
sal e pimenta a gosto.
- Bata bem.

Alternativa:1 iogurte batido com 1 colher (sobremesa) de mostarda, 5 colheres (sopa) de azeite de oliva, páprica, sal, pimenta, casca de limão ralada, ervas finas.

Receita de sobremesa com iogurte:


Mousse de Iogurte e Framboesas

Ingredientes (6 porções)

- 4 iogurtes naturais
- 200 g de leite condensado
- 300 g de creme de leite fresco batido
- 3 folhas de gelatina
- 25 g de licor de cereja
- 100 g de framboesas frescas

Para o molho:
- 200 g de framboesas frescas
- 1 colher (sopa) de açúcar
- Umas gotas de limão

Como Fazer Misture os iogurtes com o leite condensado.

Coloque a gelatina de molho em água fria e, após amolecer, dissolva no licor de cereja quente.


Misture tudo e incorpore o creme de leite, misturando bem até formar um creme homogêneo.

Guarde na geladeira até ficar consistente.

Para fazer o molho, triture as framboesas com o açúcar e umas gotas de limão. Em seguida, passe por um coador fino.

Sirva colheres do mousse com um pouco de molho, e decore com algumas  framboesas naturais.

segunda-feira, 5 de março de 2012

O Espinafre


Espinafre, grande aliado na perda de peso.

Eis aqui algumas curiosidades e conselhos relacionados a essa verdura milenar.

O espinafre é um dos alimentos mais recomendados nas dietas hipocalóricas já que aporta apenas 26 calorias para cada 100 gramas. Assim, seu consumo é recomendável naquelas situações em que se tenta ‘enganar’ a fome com um volume elevado de ingestão, mas sem exceder-se no aporte calórico.

Seu conteúdo em fibras, semelhante ao que ocorre com a grande maioria das verduras, é considerável, o que resulta em benefício à saúde.

Com relação à sua riqueza vitamínica, o espinafre apresentam quantidades elevadas de vitaminas C (que, no entanto, desaparece durante o cozimento) e E, de ação antioxidante. Além disso, é uma boa fonte de ferro, sódio, potássio e vitamina A.

Por outro lado, os amantes do espinafre têm a sorte de poder desfrutar dele sempre que desejem, já que o seu cultivo acontece durante todo o ano, e além do mais, ele aceita muito bem o congelamento. Mesmo assim, encontra seu melhor momento agora, no início dos meses de frio.

O Consumo

Na hora de escolhê-los, suas folhas deverão ser de cor uniforme, verde-escuras, ou claras, dependendo a variedade da planta.

Para limpar o espinafre, separe as folhas dos talos e lave bem em água corrente.

Para comê-lo cozido, escolha as folhas mais grossas, e para saladas, as mais tenras. Se for comê-las cruas, faça-o em seguida. Uma vez cozidas, não é muito conveniente conservá-las na geladeira.

Como diminuem de volume no cozimento, calcule 1 Kg (2 maços), para 3-4 pessoas. Se for prepará-las cruas, uns 100 g. Isso pode ser um problema na hora de cozinhá-las, se você não tem um recipiente grande o bastante. Um truque para evitar esse problema é borrifar água fervente: seu volume se reduzirá.

O espinafre deve ser cozido sem água, ou seja, deve cozinhar somente com o vapor que se desprende do seu próprio suco. Basta que a panela esteja úmida e o fogo bem baixo. Abafe por 8 a 10 minutos, mexendo a cada 3 minutos. O líquido que se forma pode ser aproveitado no preparo de sopas, ou molhos.

Para que o espinafre fique mais saboroso, escorra e esprema as folhas logo após o cozimento.


Dicas:

Para manter a cor do espinafre bem verde e brilhante, cozinhe com uma colher (café) de açúcar. Nunca use bicarbonato, pois ele destrói as vitaminas das verduras. Também não cozinhe com vinagre ou limão, pois eles alteram sua cor.

Não sirva espinafre requentado para as crianças, porque o ferro se decompõe e prejudica os glóbulos vermelhos (os adultos não são afetados por isso).

O espinafre cozido fica mais gostoso e rico se misturado com algumas folhas cruas bem picadas.

Além do sal, os temperos que mais combinam com o espinafre são: pimenta-do-reino, páprica, noz-moscada, cebola, manjericão e queijo parmesão ralado.

Pratos 

O espinafre compõe ou acompanha uma infinidade de pratos:

- Pode ser usado como recheio de massas, tortas ou carne recheada,


- Como base de cremes, sopas, pudins, suflês, cozidos e croquetes,


- Preparado ao alho e óleo acompanha carnes assadas,


- Refogado na manteiga, ou com molho branco, combina com carnes em geral.

domingo, 4 de março de 2012

Arroz Frito com Frango


Um prato simples e muito saboroso, típico da culinária tailandesa.

Ingredientes (4 porções)

- 2 peitos de frango
- 2 colheres (sopa) de óleo de amendoim
- 2 ovos batidos
- 400 g de arroz cozido
- 6 cebolinhas (com bulbo) picadas
- 2 colheres (sopa) alho poró
- sal e pimenta a gosto

Como Fazer

Corte o frango em tiras ou cubos. Reserve.


Pique a cebolinha e o alho-poró. Reserve.


Bata os ovos com uma pitada de sal.
Numa panela wok com um pouco de óleo, coloque os ovos, mexendo bem.
Quando os ovos mexidos estiverem prontos, tire da panela e reserve.


Na mesma panela, junte mais um pouco de óleo e refogue a cebolinha com o alho-poró.


Junte o frango picado, tempere com sal e pimenta a gosto. Deixe o frango dourar bem. Se desejar, adicione uma colher de sobremesa de molho de ostra.


Adicione o arroz cozido e misture tudo muito bem.




Por último, junte os ovos mexidos, misturando delicadamente.


Acerte o sal e a pimenta.

Se gostar, para complementar adicione uma colher (sopa) de óleo de gergelim (ou deixe para ser servido individualmente, a gosto).
Sirva em seguida.


Sugestão: substitua o frango por cogumelos shitake.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Doença Celíaca ou Sensibilidade ao Glúten?


 
Estudo Define Diferença Entre Doença Celíaca e Sensibilidade ao Glúten

A comunidade médica e científica tem concordado há muito tempo que a doença celíaca é uma condição autoimune desencadeada pelo consumo de glúten. Há poucos anos, o termo “sensibilidade ao glúten” tem sido usado para descrever aqueles indivíduos que também não podem tolerar o glúten e às vezes apresentam sintomas gastrointestinais semelhantes àqueles com a doença celíaca. A sensibilidade ao glúten tem sido reconhecida clinicamente como menos severa (ou grave) que a celíase, e tem sido definida como “não acompanhada da ocorrência do tTG ou de co-morbidades autoimunes."

Agora, um novo estudo está oferecendo as tão esperadas respostas sobre os diferentes modos em que operam a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten.

Uma equipe de pesquisa liderada pelo renomado especialista em celíase, o Dr. Alessio Fasano, descobriu que a sensibilidade ao glúten está associada a uma resposta autoimune que é muito diferente daquela vista nos pacientes com a doença celíaca. Até agora, pouco se sabia sobre a sensibilidade ao glúten. Os pesquisadores esperam que essa descoberta leve a um melhor diagnóstico da condição.

O estudo incluiu indivíduos com doença celíaca, sensibilidade ao glúten e um grupo controle de tolerantes ao glúten e saudáveis. Os participantes foram colocados numa dieta com glúten por quatro meses, e então foram submetidos a um exame sorológico para doença celíaca, tipagem HLA DQ2/DQ8 e uma endoscopia digestiva superior, incluindo biópsia do duodeno.

De acordo com os resultados, indivíduos com sensibilidade ao glúten não mostraram sinais de dano intestinal ou aumento da permeabilidade, mas apresentaram um aumento em um marcador imune inato. Isso difere da resposta imune vista na doença celíaca, que é percebida pelo aumento em um marcador imune adaptativo. Entre os participantes sensíveis ao glúten, esse marcador imune adaptativo foi mais baixo que o nível encontrado em participantes com celíase.

Os pesquisadores concluíram que a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten são “entidades clínicas diferentes”, marcadas por respostas imunes individuais. Maiores pesquisas são necessárias para uma melhor compreensão dessas diferenças e como elas podem afetar o diagnóstico das condições. 

Fonte:
http://bit.ly/i07qku

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails