quinta-feira, 24 de julho de 2014

Milho Agridoce


Os chineses, coreanos e japoneses têm o hábito de preparar e consumir as mais diversas hortaliças na forma de conservas. A conserva agridoce mais conhecida é de pepino, mas você pode usar sua criatividade e experimentar com outros vegetais; nesta receita, a combinação de milho, pimentão e cenoura resulta em uma conserva colorida e muito gostosa!

Ingredientes (16 porções)

- 5 ½ xíc. de milho em grão cozido (enlatado ou congelado)
- 1 pimentão verde picado
- 1 pimentão vermelho picado
- 1 cebola picada
- 2 cenouras picadas
- ¾ xíc. de vinagre de maçã (ou de arroz)
- ¾ xíc. de açúcar refinado
- ½ colher (chá) de açafrão-da-terra
- 1 colher (chá) de mostarda em pó

Como Fazer

Esterilize e reserve um vidro para conservas.

Em uma panela grande misture a cebola, a cenoura, o açúcar, a mostarda e o açafrão.

Acrescente o vinagre aos poucos, misturando bem.

Deixe levantar fervura, mexendo até dissolver o açúcar.

Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por uns 15 minutos, até que a cenoura esteja macia.

Acrescente o milho (previamente descongelado, se for o caso) e os pimentões, misture e cozinhe por mais 10 minutos em fogo baixo.

Transfira a mistura para uma tigela e deixe esfriar.

Passe-a para o vidro esterilizado e mantenha na geladeira de um dia para o outro, ou por até uma semana.

Sirva em temperatura ambiente, acompanhando outros pratos.
Dica: substitua a mostarda por gengibre em pó.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Tomates Recheados com Atum


Ingredientes (4 porções)

- 4 tomates grandes
- 2 latas de atum
- 4 ovos
- 1 cebola
- 300 g de cogumelos em conserva
- salsinha picada
- sal e pimenta a gosto
- 1 vidro pequeno de maionese light
- alcaparras (opcional)

Como Fazer

Cozinhe os ovos em água fervente, por 10 minutos.

Enquanto isso, corte uma tampa de cada tomate e retire seu recheio com a ajuda de uma colher.

Em uma tigela, misture o atum escorrido, a cebola picada, os cogumelos picados, a salsinha e alcaparra a gosto, e por fim, ovo cozido picado.

Adicione a maionese e tempere com sal e pimenta a gosto.

Recheie os tomates com a maionese de atum e sirva com salada verde.

domingo, 20 de julho de 2014

Noções Básicas Para Uma Viagem Sem Glúten


Para as pessoas celíacas, ou com algum grau de intolerância ao glúten, viajar muitas vezes significa comer fora de uma cozinha segura, familiar. Entretanto, comum pouco de pesquisa, preparação e flexibilidade, todos podem ter uma viagem sem glúten, saudável e divertida. Veja algumas dicas básicas para uma viagem sem glúten.

Antes da viagem

Pesquise seu destino online - Pesquise no Google “sem glúten [seu destino]” (para viagens ao exterior, tente “gluten-free [seu destino]”), ou use uma ferramenta de busca sem glúten, ou ainda um aplicativo de smartphone para ter acesso às opções. Pesquisar online pode fornecer as informações mais atuais e uma variedade de comentários gerados tanto por usuários, como por profissionais.
 
Comece com os restaurantes, padarias e hotéis mais promissores de seu destino, e entre em contato com o gerente de cada local para saber mais sobre opções sem glúten, preparo dos alimentos e contaminação cruzada.

Escolha hotéis com cuidado - Hotéis de estadia prolongada muitas vezes incluem cozinhas em cada quarto, dando aos hóspedes a opção de cozinhar no local. Muitos outros hotéis oferecerão um frigobar, ou um aparelho de microondas, a pedido, para armazenamento e preparação de alimentos básicos.

Converse com seus anfitriões - Se for hospedar-se na casa de amigos ou familiares, converse com eles sobre suas necessidades de dieta com antecedência. Sugira alguns alimentos sem glúten para seus anfitriões terem a mão, planejem juntos as refeições, e providencie utensílios de cozinha não contaminados, se necessário.

Embale lanches - Sempre tenha um estoque de lanches para mantê-lo alimentado durante a viagem. Compre produtos sem glúten no supermercado local, ou prepare seus lanches favoritos feitos em casa.

Em trânsito

No ar - Algumas empresas aéreas oferecem lanches e refeições sem glúten, pagas, ou como parte do serviço regular de refeições. Ligue para sua empresa aérea com pelo menos uma semana de antecedência para perguntar sobre opções sem glúten, e faça um pedido, se necessário.

No carro – Pare em restaurantes e lojas de produtos sem glúten ao longo do caminho, ou leve um freezer portátil com sua comida caseira. Se tiver espaço sobrando, leve utensílios básicos de cozinha junto.

No barco – Muitas companhias de cruzeiro marítimo podem acomodar celíacos. Certifique-se de entrar em contato com a empresa diretamente para saber se todas as suas necessidades podem ser satisfeitas para cada refeição que planeja fazer a bordo.

No seu destino

Questione – Embora você já tenha telefonado com antecedência e falado com o gerente do restaurante, confeitaria ou hotel, certifique-se de informar à equipe pessoalmente sobre suas necessidades. Não hesite em fazer perguntas específicas sobre cada item do cardápio. O que há no molho? As batatas fritas são preparadas separadamente? A pizza sem glúten é feita com utensílios e equipamento exclusivos?

Use dining cards – Os dining cards reutilizáveis podem ser baixados da internet, ou podem ser adquiridos em muitas lojas no exterior. Com sua descrição pontual da necessidade das pessoas celíacas, eles são úteis como forma de comunicação com os chefes de cozinha e equipe dos restaurantes. Disponíveis em dezenas de línguas, estes cartões podem ser um salva-vidas para viagens ao exterior, e para ultrapassar barreiras linguísticas.


Seja flexível - Planos podem mudar num piscar de olhos. O restaurante que você escolheu pode encerrar sua oferta de opções sem glúten antes de sua chegada, ou sua agência de turismo pode votar contra a caminhada até aquela padaria que você queria tanto visitar. Não hesite em pular para o próximo lugar em sua lista sem glúten, confie no lanche que você embalou, ou faça um pequeno estoque na loja de produtos naturais mais próxima, de acordo com sua necessidade.

Uma vez que tenha planejado e preparado tudo de acordo, desfrute de sua viagem! A maior consciência sobre a doença celíaca e a dieta sem glúten significa que opções seguras estão disponíveis em muitos lugares pelo mundo afora.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Melão


O melão (Cucumis melo L.) é uma fruta de origem asiática, da família da abóbora e da melancia (Cucurbitaceae). A planta do melão é rasteira e bem parecida à da melancia. Tem folhas grandes, com cinco pontas salientes; as flores são brancas, amareladas ou alaranjadas, pequenas e frágeis.

O melão é uma fruta de apetece muito ao paladar em dias quentes, especialmente no verão, graças ao seu alto conteúdo de água, o que proporciona uma bem vinda hidratação ao organismo.

O melão é uma fonte inesgotável de vitaminas e antioxidantes, que potencializam nossas defesas. Saiba que 100 g de melão proporcionam mais da metade da vitamina C recomendada ao dia; também contém vitamina A, E e K.


Por isso mesmo sua boa fama corresponde a uma realidade. Mas esta realidade vai muito além das vitaminas, pois o melão tem um altíssimo conteúdo de água —90%. Isto o converte em um fantástico diurético que ajuda a evitar a retenção de líquidos, além de contribuir para manter o corpo hidratado durante o verão. Quer mais? Pois esta fruta aporta fibras, potássio, cálcio, ácido fólico e zinco. Todas estas propriedades incríveis o transformam em uma fruta muito recomendável para a saúde. Por exemplo, para os diabéticos, porque é uma das frutas que contém menos açúcar, ou para os pacientes de reumatismo, gota e doenças renais.


Agora que já deixamos claro como o melão é saudável, falta saber como escolher a fruta. Um melão maduro apresenta as seguintes características:

- Quando comprimido nas extremidades ele cede levemente;
- Como as sementes devem estar soltas, sacuda a fruta e veja se faz ruído;
- A casca precisa estar bem firme, ter cor forte e não apresentar rachaduras, partes moles ou perfurações de insetos; procure as frutas mais pesadas, pois geralmente as de casca grossa são mais saborosas;
- O perfume da fruta deve ser suave e agradável.

Depois de comprado, o melão deve ser conservado em lugar fresco e arejado. Assim ele se mantém em bom estado por uma semana. Se a fruta já estiver madura, convém guardá-la na geladeira. Caso ela esteja aberta, cubra com um plástico ou papel alumínio para que não absorva os odores de outros alimentos. Para apressar o amadurecimento do melão, envolva a fruta em uma folha de jornal por 1 ou 2 dias.


Dicas

- Se o melão estiver muito aguado e pouco doce, polvilhe com sal, ou gengibre em pó, e seu sabor melhorará muito.
- O melão também fica delicioso quando é regado com um pouco de suco de limão.
- Aproveite as sementes: lave-as em água corrente e coloque num tabuleiro para secar; leve ao fogo numa frigideira para que tostem ligeiramente; depois, polvilhe com sal.


Receita: Melão Recheado

Corte uma fatia na parte de cima do melão.
Retire as sementes e despeje dentro da fruta 1 xícara de vinho do Porto.
Deixe descansar na geladeira e depois retire a polpa do melão, formando bolinhas.
Recheie a casca com morangos, cubinhos de abacaxi e as bolinhas de melão.
Sirva bem gelado.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Queijadinha


Ingredientes (8 porções)

- 50 g de coco ralado
- 50 g de queijo parmesão ralado
- 4 ovos
- ½ litro de leite
- 3 xíc. de açúcar
- 1 colher (sopa) de manteiga
- 3 colheres (sopa) de farinha de arroz
- açúcar cristal para polvilhar

Como Fazer

Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Unte e polvilhe uma fôrma pequena.

Bata os ovos no liquidificador; sem desligar o aparelho, junte o leite e os ingredientes secos aos poucos, misturando até a massa ficar homogênea e cremosa.

Distribua a massa uniformemente dentro da fôrma untada.
Leve ao forno até dourar (20 a 30 min.).
Retire do forno e polvilhe com açúcar cristal.
Deixe esfriar e corte em quadradinhos.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alguns Conselhos Dietéticos Para os Celíacos


A doença celíaca (DC) é uma intolerância alimentar que é cada vez mais comum no Brasil, e especialmente nos países que tenham alguma parcela da população com origem europeia (os asiáticos, como chineses e japoneses não sofrem da doença). Estima-se que ao menos 1% da população seja portadora da DC. O intrigante é que a DC tem se manifestado cada vez mais em adultos com mais de 60 anos.

Esta patologia é caracterizada por uma intolerância a uma proteína presente no glúten, em certos cereais, fundamentalmente o trigo, o centeio, a cevada e a aveia, bem como em qualquer de suas variedades. As pessoas que sofrem desta intolerância devem eliminar totalmente da dieta todos os alimentos que contenham estes ingredientes, ou produtos derivados, como pães, massas, cereais, etc.

E quais alimentos podem ser consumidos? Ovos, leite, carnes, pescados, cereais sem glúten (arroz, milho, quinoa, etc.), frutas e hortaliças em geral.

Por outro lado, deve-se ter muito cuidado com todos os alimentos elaborados industrialmente, já que podem trazer o glúten 'camuflado' e provocar consequências negativas. Por isso, recomenda-se ler sempre os rótulos nutricionais de todos os produtos comprados. Mesmo naqueles produtos que você já conhece e costuma consumir, é bom ao menos verificar rapidamente no rótulo a presença do aviso ‘não contém glúten’, pois a fórmula do alimento pode ser alterada a qualquer momento.

Hoje em dia, em geral, há muito cuidado com todo este tema das alergias alimentares e costuma-se especificar nos rótulos ou embalagens se o alimento contém ou não glúten. Mas há outros conservantes que podem ou não fornecer este aviso, e não temos como saber se fazem mal para um celíaco, como por exemplo: E- 1404, E-1410, E-1412, E-1413, E-1414, E-1420, E-1422, E-1440, E-1442, E-1450, fécula, sêmola, proteína hidrolisada e vegetal, extrato de levedura, amiláceos, amidos modificados, etc. Em caso de dúvida, o mais recomendado a fazer é entrar em contato com o fabricante e solicitar esclarecimentos sobre a presença ou não do glúten no alimento.


Outro ponto a levar em conta, e certamente, muito importante, é a manipulação e a contaminação cruzada, ou seja, não cozinhar nem utilizar utensílios que foram usados anteriormente na elaboração de alimentos que continham glúten. Isto pode acontecer em lugares como refeitórios escolares, bares, restaurantes, etc.

Também é importante ressaltar que não se deve adotar uma dieta sem glúten sem motivo, ou seja, se não houve diagnóstico da doença celíaca através de uma biopsia intestinal que demonstre esta intolerância. Embora seja verdade que estejam surgindo casos de sensibilidade ao glúten não celíaca, ou seja, encontramos os sintomas que são semelhantes aos da doença celíaca, mas na hora de realizar os testes para determinar a patologia, estes têm um resultado negativo. Atualmente, prosseguem os estudos para que se possam reconhecer com exatidão estas situações.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Arroz de Festa!


O alimento mais democrático do mundo, saboroso, versátil, enfim, é difícil encontrar alguém que não aprecie um bom prato deste cereal.

Agora, há muito mais a se explorar na culinária, além do básico arroz branco (e soltinho, como preferem os brasileiros). E a apresentação conta tanto quanto o sabor na hora de servir o arroz, como prato principal, ou como acompanhamento. Veja algumas sugestões para abrir seu paladar:

As crianças vão adorar estas tortinhas de arroz: você pode montar camadas intercaladas de arroz e legumes picados (como cenoura, beterraba, etc.), presunto, ovos, tudo bem picadinho. Outra ideia é usar arroz colorido (com curry, açafrão, espinafre, etc.).


Bolinhas de arroz temperado (com salsinha e ovo mexido, por exemplo) acomodados em forminhas de docinhos.



Risoto para levar: divida porções individuais em embalagens de vidro ou plástico, para servir em festinhas, ou piqueniques.



Sanduíche de Sushi!


Arroz com brotos coloridos.


Bolinhas de arroz (sugestão: com atum e ervas, ou carne de frango moída) cobertas de amendoim (ou castanha de caju) picado (abaixo, esq.).


Bolinhos fritos de arroz (acima, a dir.): prepare 1 xíc. de arroz integral, adicione cenoura, cebola e abóbora bem picadinhos; coloque tudo dentro de uma tigela e misture com 2-3 colheres de farinha de arroz, um ovo, tempere com sal e pimenta a gosto; forme bolinhos achatados de arroz e frite em óleo quente até dourar levemente dos dois lados.

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