quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Educação Ajuda a Reduzir o Risco de Demência

e mais...
- Aumento da Demência na Meia Idade.
- Fumantes, ou solteiros mais velhos têm maior risco de desenvolver demência.

 
Aquelas pessoas que estudam mais durante sua juventude têm menor risco de desenvolver a demência; é o que sugere um estudo recente.

No estudo publicado na revista ‘Brain’ uma pesquisa conjunta entre britânicos e finlandeses concluiu que pessoas com mais estudo são mais capazes de lidar com danos cerebrais causados por demência e assim, são menos afetadas por ela. Um ano extra de escola após terminar o ensino compulsório pode diminuir o risco de desenvolver a doença em até 11%, segundo os cientistas.

“Uma maior educação não está associada com qualquer diferença no dano ao cérebro, mas pessoas com mais estudo podem lidar melhor com o dano,” comenta Hanna Keage da Universidade de Cambridge, que trabalhou no estudo.

Isso significa que embora a educação não possa prevenir o envelhecimento físico do cérebro, ajuda sim a aumentar a habilidade da pessoa em lidar com problemas cerebrais causados pela velhice.


O grupo examinou os cérebros de 872 doadores que participaram em estudos de longa duração sobre envelhecimento, os quais incluíram informação sobre seus níveis de educação e estilos de vida.

Entre os cérebros que mostraram níveis similares de mudança associada com a demência, sujeitos com mais estudo mostraram sintomas menores da doença. Mas os pesquisadores ainda não estão certos do motivo pelo qual isso ocorre.

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Aumento da Demência na Meia Idade


A demência está se espalhando dramaticamente entre pessoas de 40 a 50 anos de idade.

O fato de que um número crescente de pessoas entre 40 e 50 anos de idade sofrerem de estresse intenso, pressão alta e diabetes pode explicar essa tendência.

O número de pacientes com doenças geriátricas como demência, Parkinson e doenças vasculares cerebrais cresceu em até 90% em alguns países.
Fumantes, ou solteiros mais velhos têm maior risco de desenvolver demência


Pessoas mais velhas que são solteiras ou fumam são mais suscetíveis à demência, sugere um estudo coreano.

Uma pesquisa com 8.199 pessoas com mais de 65 anos, no ano de 2008, mostrou que pessoas idosas sem parceiros têm 2,4 vezes mais chance de serem afligidas pela demência, enquanto que idosos fumantes tinham 1,5 vezes mais possibilidade de desenvolver a doença, do que os não-fumantes.

A depressão aumentou a chance de desenvolver a demência em três vezes.

Segundo a pesquisa, as mulheres idosas têm 1,3 vezes mais probabilidade de sofrer de demência do que homens na mesma faixa etária.
Cidadãos idosos com educação elementar têm 1,6 vezes mais chance de sofrer de demência que aqueles com educação secundária ou superior.

Em geral, idosos iletrados são 4,5 vezes mais propensos à doença do que os educados.

As estatísticas são particularmente atribuíveis ao fato de que as mulheres vivem mais que os homens, mas também sugerem que aqueles que usam mais seu cérebro têm uma menor propensão a sofrer de demência.

À medida que o país envelhece, o número de casos de demência tem aumentado rapidamente. Em 2008, 421 mil, ou 8,4% de cerca de 5 milhões de idosos sofreram de demência na Coréia do Sul. O número provavelmente irá crescer para 445 mil, 8,6%, de 5,19 milhões de idosos esse ano. Estima-se que o número de pacientes idosos com demência irá duplicar a cada 20 anos, até exceder um milhão até 2027.

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